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MAIS SAÚDE!       CÂNCER E AS PLANTAS MEDICINAIS

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Propriedades Anticancerígenas

Cientistas americanos descobriram que uma substância extraída da casca do ipê-roxo mata um certo tipo de célula cancerígena, revelou ontem um estudo publicado na revista "Proceedings of the National Academy of Sciences".
Segundo os pesquisadores do Centro Médico Southwestern, da Universidade do Texas, a descoberta pode abrir caminho para um novo tratamento contra o tipo mais comum de câncer de pulmão.
Um dos compostos tirados da casca da árvore, o "betalapachona", mostrou promissoras características anticancerígenas. Cientistas já estão utilizando a substância em testes clínicos para examinar seu resultado contra o câncer de pâncreas nos seres humanos. No entanto, até o momento ainda não se sabe como funciona o mecanismo que mata as células cancerígenas.
"Basicamente, descobrimos o mecanismo de ação do betalapachona e uma forma de utilizar o remédio em um tratamento individualizado", disse David Boothman, professor do Centro Oncológico Integral Harold Simmons e autor principal do estudo.
Em sua pesquisa, os cientistas determinaram que o composto extraído da casca da árvore interage com uma enzima identificada como NQ01, encontrada em células de câncer pulmonar e outros tumores sólidos.
Nos tumores, a substância é metabolizada e produz a morte celular sem danificar os tecidos não-cancerosos, diz o estudo.
A substância também altera a capacidade das células cancerígenas de reparar seu DNA, levando à sua morte.
A radiação danifica o DNA das células, aumentando a presença de NQ01, segundo os cientistas.
"Quando se dirige a radiação sobre um tumor, os níveis de NQ01 aumentam.
Tratando as células com betalapachona, uma sinergia entre as duas substâncias leva a uma morte contundente" das células cancerígenas, disse Boothman.









 

   

Existem plantas que produzem substâncias antimitóticas, capazes de deter o crescimento de tumores malignos. Por exemlo, as plantas empregadas externamente contra as verrugas (Podofilo, Calêndula, Celidônia-maior, Figueira, Heliotrópio), Visco ou o Teixo. Contudo, muitas dessas substâncias encontram-se ainda em fase de investigação.

O uso habitual destas plantas exerce uma comprovada ação preventiva do câncer. Sâo muito indicadas para quem já tenha sofrido ou que tenha tendência de sofrer dessa doença, devido a fatores constitucionais ou hereditários.

CENOURA - Fornece caroteno (provitamina A), agente antioxidante que previne o desenvolvimento do câncer. Use sua raiz crua, cozida ou o suco
ALHO - Previne os tumores malignos, especialmente os do aparelho digestivo. É usado cru, extrato, e a decocção das folhas secas
CEBOLA - Previne o câncer intestinal, regula a flora do intestino e detém os processos de putrefação; Usa-se c rua, em suco fresco, cozida ou assada.
COUVE - Previne o câncer possivelmente pelo seu conteúdo em caroteno. Usa-se o suco da planta fresca.
viscoVISCO - Destrói as células tumorais, estimulando a imunidade celular. Usa-se a Infusão ou maceração das folhas secas.
EQUINÁCEA - Previne tumores malignos, aumenta os leucócitos. É útil na radioterapia e quimioterapia. Usa-se o decocto da raiz, ou em preparados farmacêuticos.

AVELOZ
aveloz"Arbusto exótico pode ser a chave para a vitória na batalha contra o cäncer! O avelóz agora está sendo usado para tratamento de redução de tumor de câncer."

"Uma gota de seiva de avelóz, diluída em um copo de água destilada e tomada com uma colher de sopa a cada hora, elimina os crescimentos cancerosos em uma semana."

Estas são apenas algumas das frases usadas para a publicidade do avelóz, um remédio preparado a partir da seiva leitosa de um arbusto brasileiro de nome cientifico Euphorbia heterodoxa Mull Arg. As seivas de várias espécies de Euphorbia têm sìdo utìlìzadas em medicina popular desde pelo menos 400 A.C. devido às suas propriedades corrosivas. A Euphorbia heterodoxa é vulgarmente conhecida como mata-verrugas porque sua seiva - usada pelos indígenas do Amazonas e posteriormente pelos colonizadores holandêses, portuguêses e gaulêses no nordeste do Brasil - era considerada eficaz quando aplicada em verrugas e tumores, particularmente nos localizados na face.

Sabe se que um médico brasileiro chamado Panfílio introduziu o avelóz na medicina convencional pelos anos 1880 ou 1890, mas esta planta permaneceu obscura até a década de1980. Hoje é vendida nos Estados Unidos e Brasil em forma líquida por médicos naturalistas. A literatura promocional recomenda o consumo de cinco gotas em meio copo de água ou chá de ervas, três vezes ao dia, para o tratamento de câncer, tumores benígnos, cistos e verrugas. O avelóz também é comercializado na forma de pomada para aplicação local.
Por ser uma espécie relativamente pouco conhecida, a planta do avelóz, aparentemente, nunca foi analisada quimicamente. Entretanto, é de amplo conhecimento que cerca de 90% das espécies da família das Euphorbiaceas (eufórbio) produzem uma seiva branca semelhante ao látex que é extremamente irritante para a pele e membranas mucosas e podem produzir inflamação na pele, conjuntivite nos olhos, queimação na boca e garganta, diarréia, e gastroenterite.

Os pesquisadores já demonstraram que os extratos de certas plantas na família das Ephorbias realmente demonstram atividades anti-leucêmicas que poderíam se; atribuídas ao fato de que contêm certos ésteres diterpênicos.

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