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MAIS SAÚDE!       TIPOS DE CÂNCER

OS TIPOS DE CÂNCERES MAIS COMUNS E A SUA INCIDÊNCIA NO BRASIL - 2008/2009

Figura 1 - ESTIMATIVA DA INCIDÊNCIA DE CÂNCER - Na Região Norte para o Biênio 2008-2009

Figura 2 - ESTIMATIVA DA INCIDÊNCIA DE CÂNCER - Na Região Nordeste para o Biênio 2008-2009

Figura 3 - ESTIMATIVA DA INCIDÊNCIA DE CÂNCER - Na Região Sudeste para o Biênio 2008-2009

Figura 4 - ESTIMATIVA DA INCIDÊNCIA DE CÂNCER - Na Região Sul para o Biênio 2008-2009

Figura 5 - ESTIMATIVA DA INCIDÊNCIA DE CÂNCER - Na Região Centro-oeste para o Biênio 2008-2009

OS TIPOS DE CÂNCERES MAIS COMUNS E A SUA INCIDÊNCIA NO BRASIL
2005
Em 2005, de um total de 58 milhões de mortes ocorridas no mundo, o câncer foi responsável por 7,6 milhões, o que representou 13% de todas as mortes. Os principais tipos de câncer com maior mortalidade foram: pulmão (1,3 milhão); estômago (cerca de 1 milhão); fígado (662 mil); cólon (655 mil); e, mama (502 mil). Do total de óbitos por câncer ocorridos em 2005, mais de 70% ocorreram em países de média ou baixa renda (WHO, 2006). Estima-se que em 2020 o número de casos novos anuais seja da ordem de 15 milhões. Cerca de 60% destes novos casos ocorrerão em países em desenvolvimento. É também conhecido que pelo menos um terço dos casos novos de câncer que ocorrem anualmente no mundo poderiam ser prevenidos. Parkin e colaboradores (2001) estimaram para o ano de 2000 que o número de casos novos de câncer em todo o mundo seria maior que 10 milhões. Os tumores de pulmão (902 mil casos novos) e próstata (543 mil) seriam os mais freqüentes no sexo masculino, enquanto que no sexo feminino as maiores ocorrências seriam os tumores de mama (1 milhão de casos novos) e de colo do útero (471 mil).

2006
Os tumores mais incidentes para o sexo masculino, serão devidos ao câncer de pele não melanoma (55 mil casos novos), próstata (47 mil), pulmão (18 mil), estômago (15 mil) e cólon e reto (11 mil).

Para o sexo feminino, destacam-se os tumores de pele não melanoma (61 mil casos novos), mama (49 mil), colo do útero (19 mil), cólon e reto (14 mil) e pulmão (9 mil).



Figura 1 - ESTIMATIVA DA INCIDÊNCIA DE CÂNCER - Em estados e capitais brasileiros

Em 2006 são esperados 234.570 casos novos para o sexo masculino e 237.480 para sexo feminino.
Estima-se que o câncer de pele não melanoma (116 mil casos novos) será o mais iincidente na população brasileira, seguido pelos tumores de mama feminina (49 mil), próstata (47 mil), pulmão (27 mil), cólon e reto (25 mil), estômago (23 mil) e colo do útero (19 mil).

Figura 2- ESTIMATIVA DA INCIDÊNCIA DE CÂNCER - Região Sudeste

As regiões Sul e Sudeste apresentam as maiores taxas de novos casos, enquanto que as regiões Norte e Nordeste mostram taxas mais baixas.
As taxas da região Centro-Oeste apresentam um padrão intermediário.


ESTIMATIVA DA INCIDÊNCIA DE CÂNCER NO BRASIL - 2006

O CÂNCER DE ESÔFAGO

O esôfago é um tubo músculomembranoso, longo e delgado, que comunica a garganta ao estômago. Ele permite a passagem do alimento ou líquido ingerido até o interior do sistema digestivo, através de contrações musculares.

O mais freqüente é o carcinoma epidermóide escamoso, responsável por 96% dos casos. Outro tipo de câncer de esôfago, o adenocarcinoma, vem tendo um aumento significativo principalmente em indivíduos com esôfago de Barrett, quando há crescimento anormal de células do tipo colunar para dentro do esôfago.
O câncer de esôfago apresenta uma alta taxa de incidência em países como a China, Japão, Cingapura e Porto Rico. No Brasil, consta entre os dez mais incidentes, segundo dados obtidos dos Registros de Base Populacional existentes, e em 2000 foi o sexto tipo mais mortal, com 5.307 óbitos.

De acordo com a Estimativa de Incidência de Câncer no Brasil para 2006, devem ocorrer cerca de 10.580 casos novos deste câncer (7.970 entre os homens e 2.610 entre as mulheres) este ano.

Fatores de Risco
O câncer de esôfago está associado ao alto consumo de bebidas alcóolicas e de produtos derivados do tabaco (tabagismo). Outras condições que podem ser predisponentes para a maior incidência deste tumor são a tilose (espeçamento nas palmas das mãos e na planta dos pés), a acalasia, o esôfago de Barrett, lesões cáusticas no esôfago, Síndrome de Plummer-Vinson (deficiência de ferro), agentes infecciosos (papiloma vírus - HPV) e  história pessoal de câncer de cabeça e pescoço ou pulmão.

Prevenção
Para prevenir o câncer de esôfago é importante adotar uma dieta rica em frutas e legumes, e evitar o consumo freqüente de bebidas quentes, alimentos defumados, bebidas alcóolicas e produtos derivados do tabaco.

A detecção precoce do câncer de esôfago torna-se muito difícil, pois essa doença não apresenta sintomas específicos. Indivíduos que sofrem de acalasia, tílose, refluxo gastro-esofageano, síndrome de Plummer-Vinson e esôfago de Barrett possuem mais chances de desenvolver o tumor, e por isso devem procurar o médico regularmente para a realização de exames.

Sintomas
O câncer de esôfago na sua fase inicial não apresenta sintomas. Porém, alguns sintomas são característicos como a dificuldade ou dor ao engolir, dor retroesternal, dor torácica, sensação de obstrução à passagem do alimento, náuseas, vômitos e perda do apetite.
Na maioria das vezes, a dificuldade de engolir (disfagia) já demonstra a doença em estado avançado. A disfagia progride geralmente de alimentos sólidos até alimentos pastosos e líquidos. A perda de peso pode chegar até 10% do peso corporal.

Diagnóstico
O diagnóstico é feito através da endoscopia digestiva, de estudos citológicos e de métodos com colorações especiais (azul de toluidina e lugol) para que seja possível se fazer o diagnóstico precoce, fazendo com que as chances de cura atinjam 98%. Na presença de disfagia para alimentos sólidos é necessária a realização de um estudo radiológico contrastado, e também de uma endoscopia com biópsia ou citologia para confirmação. A extensão da doença é muito importante em função do prognóstico, já que esta tem uma agressividade biológica devido ao fato do esôfago não possuir serosa e, com isto, haver infiltração local das estruturas adjacentes, disseminação linfática, causando metástases hematogênicas com grande freqüência.

Tratamento
O paciente pode receber como formas de tratamento a cirurgia, radioterapia, quimioterapia ou a combinação destes três tipos. Para os tumores iniciais pode ser indicada a ressecção endoscópia, no entanto este tipo de tratamento é bastante raro.

Na maioria dos casos, a cirurgia é o tratamento utilizado. Dependendo da extensão da doença, o tratamento pode passar a ser unicamente paliativo, através de quimioterapia ou radioterapia. Nos casos de cuidados paliativos, também dispõe-se de dilatações com endoscopia, colocação de próteses auto-expansivas, assim como uso da braquiterapia.

DICAS DE LEITURAS:

AMOR, MEDICINA E MILAGRES - Bernie S. Siegel

O AMOR É O CAMINHO - Maria Julia Paes da Silva

BIOLOGIA DA ESPERANÇA - Ana Lucia Salgado




 

   
O CÂNCER TEM CURA?
A maior parte dos tumores malignos tem alto índice de cura, com poucas complicações, se o diagnóstico é feito precocemente. Ao contrário, quando o diagnóstico é tardio, tem baixo índice de cura e usualmente mais complicações.

Estimativas dão conta que 30% das mortes estão relacionadas ao tabagismo, 35% aos hábitos alimentares e os 35% restantes a outros fatores, tais como: vírus oncogênicos transmitidos sexualmente, agente cancerígenos ocupacionais, exposição à radiações e uso de hormônios.

Todo câncer nasce de um distúrbio genético. Um estilo de vida inadequado e fatores ambientais, provocam a mutação nas células. Apenas 10% dos casos os erros genéticos são herdados. No Brasil, as estimativas para o ano de 2008 e válidas também para o ano de 2009, apontam que ocorrerão 466.730 casos novos de câncer. Os tipos mais incidentes, à exceção do câncer de pele do tipo não melanoma, serão os cânceres de próstata e de pulmão no sexo masculino e os cânceres de mama e de colo do útero no sexo feminino, acompanhando o mesmo perfil da magnitude observada no mundo.

ESTIMATIVAS PARA 2008 DE NOVOS CÂNCERES POR REGIÃO:

Localização Primária
Norte
Nordeste
Centro-Oeste
Sul
Sudeste
Pele, não melanoma 4.330 26.240 7.490 22.940 54.010
Mama Feminina
1.210 7.630 2.630 9.500 13.720
Traquéia, Brônquio e Pulmão 1.020 3.630 1.690 7.210 13.720
Estômago 1.200 3.840 1.250 4.360 11.150
Próstata 1.750 9.820 3.200 9.500 25.260
Colo do ùtero 1.700 4.720 1.350 3.470 7.440
Cólon e Reto 550 2.680 1.430 5.950 16.380
Esôfago 230 1.360 560 3.110 5.290
Leucemias 530 1.900 650 1.820 4.640
Cavidade Oral 400 2.500 750 2.550 8.010
Pele, melanoma 150 450 250 1.950 3.120
Outras Localizações 4550 14.190 7.260 27270 64.610
TOTAL 17.620 78.960 28.510 99.580 242.060
Fonte: INCA

Em 2008 são esperados 231.860 casos novos para o sexo masculino e 234.870 para sexo feminino. Estima-se que o câncer de pele do tipo não melanoma (115 mil casos novos) será o mais incidente na população brasileira, seguido pelos tumores de próstata (49 mil), mama feminina (49 mil), pulmão (27 mil), cólon e reto (27 mil), estômago (22 mil) e colo do útero (19 mil).

Os tumores mais incidentes para o sexo masculino, serão devidos ao câncer de pele não melanoma (56 mil casos novos), próstata (49 mil), pulmão (18 mil), estômago (14 mil) e cólon e reto (12 mil). Para o sexo feminino, destacam-se os tumores de pele não melanoma (59 mil casos novos), mama (49 mil), colo do útero (19 mil), cólon e reto (14 mil) e pulmão (9 mil).

OS TIPOS MAIS COMUNS

CÂNCER DE PELE

A pele nos protege de diversas formas, mas nem sempre recebe o cuidado que merece. A doença atinge homens e mulheres e é mais comum em países tropicais. A informação é a sua melhor proteção. O número de casos novos de câncer de pele não melanoma estimados para o Brasil no ano de 2008, é de 55.890 entre homens e de 59.120 nas mulheres. Estes valores correspondem a um risco estimado de 59 casos novos a cada 100 mil homens e 61 para cada 100 mil mulheres.

Sol na Medida Certa - O sol é um grande companheiro, mas só é favorável à beleza e à saúde da pele quando aproveitado no horário certo e com a proteção correta. Siga as dicas e cuide bem de sua pele:
- Tomar sol antes das 10h ou após as 16h.
- Passar filtro solar fator 15 ou mais antes de se expor ao sol.
- Reaplicar o filtro sempre que nadar ou suar, após secar a pele.
- Usar guarda-sol, chapéu, óculos de sol e roupas leves.

Veja Alguns Fatores de Risco -Exposição ao sol de forma prolongada, frequente e sem proteção; pele clara, exposição a Raios X e a certas substâncias químicas.

O Espelho, seu Principal Aliado no Auto-Exame:

Examinando sua pele regularmente será possível detectar o surgimento da doença na sua fase inicial. Assim, você irá se familiarizar com a aparência da sua pele e poderá notar qualquer tipo de alteração.

O que Procurar?
- Manchas que coçam, descamam ou sangram. Manchas que aumentem de tamanho ou mudam de aparência.
- Sinais ou pintas que mudam de tamanho, cor ou forma.
- Feridas que não cicatrizam em até 4 semanas.

Como Fazer?
- Em frente de um espelho, com os braços levantados, examine seu corpo de frente, de costas e os lados direito e esquerdo.
-sobre os cotovelos e observe cuidadosamente as mãos, antebraços, braços e axilas.
-Examine as partes da frente, detrás e dos lados das pernas além da região genital.
- Sentado, examine atentamente a planta e o peito dos pés, assim como entre os dedos.
- Com o auxílio de um espelho de mão, de uma escova ou secador, examine o couro cabeludo, pescoço e orelhas.
- Finalmente, ainda com auxílio do espelho de mão, examine as costas e as nádegas. Ao notar qualquer alteração, procure orientação médica.

B C D DO CÂNCER DE PELE

Assimetria - uma metade diferente da outra.
B
ordas irregulares - contorno mal definido.
Cor variável - várias cores numa mesma lesão
Diâmetro - maior que 6mm

CANCER DE MAMA*
O número de casos novos de câncer de mama esperados para o Brasil em 2008 é de 49.400, com um risco estimado de 51 casos a cada 100 mil mulheres. O câncer de mama é o segundo tipo de câncer mais freqüente no mundo e o mais comum entre as mulheres. A cada ano, cerca de 22% dos casos novos de câncer em mulheres são de mama. OMinistério da Saúde recomenda como principais estratégias de rastreamento populacional um exame mamográfico, pelo menos a cada dois anos, para mulheres de 50 a 69 anos e o exame clínico anual das mamas, para mulheres de 40 a 49 anos. O exame clínico da mama deve ser realizado em todas as mulheres que procuram o serviço de saúde, independente da faixa etária, como parte do atendimento à saúde da mulher. Para mulheres de grupos populacionais considerados de risco elevado para câncer de mama (com história familiar de câncer de mama em parentes de primeiro grau) recomenda-se o exame clinico da mama e a mamografia, anualmente, a partir de 35 anos.
TENHA CUIDADOS COM - Mãe ou irmã com câncer de mama; Menopausa após os 55 anos.
Nuliparidade (nenhuma gestação), Gravidez após os 30 anos.

PREVINA-SE - Auto-exame mensal no período após a mestruação
SINTOMAS - Deformação na pele da mama. Verifique caroço ou endurecimento e se houver eliminação de secreção escura pelo mamilo.

CANCER DO COLO DO ÚTERO
O número de casos novos de câncer do colo do útero esperados para o Brasil no ano de 2008 é de 18.680, com um risco estimado de 19 casos a cada 100 mil mulheres. Com aproximadamente 500 mil casos novos por ano no mundo, o câncer do colo do útero é o segundo tipo de câncer mais comum entre as mulheres, sendo responsável pelo óbito de, aproximadamente, 230 mil mulheres por ano. Sua incidência é cerca de duas vezes maior em países menos desenvolvidos comparado com os mais desenvolvidos. A incidência por câncer do colo do útero torna-se evidente na faixa etária de 20 a 29 anos e o risco aumenta rapidamente até atingir seu pico geralmente na faixa etária de 45 a 49 anos.
TENHA CUIDADOS COM - A quantidade de parceiros sexuais: quanto menos melhor; Multiparidade
PREVINA-SE- Use preservativos; Evite a Promiscuidade sexual; Faça o exame preventivo (Papanicolau)
SINTOMAS - Presença de verrugas ou feridas genitais; Corrimento vaginal abundante com odor forte; Sangramento genital anormal.

CANCER DE ESTÔMAGO
O número de casos novos de câncer de estômago estimados para o Brasil no ano de 2008 é de 14.080 entre homens e de 7.720 nas mulheres. Estes valores correspondem a um risco estimado de 15 casos novos a cada 100 mil homens e 8 para cada 100 mil mulheres. No mundo, o câncer de estômago configura-se como a quarta causa mais comum, e em termos de mortalidade é a segunda causa de óbitos por câncer. Em geral, sua magnitude é de duas a três vezes maior nos países em desenvolvimento.
TENHA CUIDADOS COM - Dieta (fumo e álcool) e fatores ambientais (má conservação dos alimentos)
PREVINA-SE - Ingerindo vegetais crus (não cozidos), frutas cítricas e alimentos ricos em fibras.
SINTOMAS - Perda de apetite, fadiga e sensação de empanzinamento (plenitude gástrica) náuseas e vômitos

CANCER DE PRÓSTATA
O número de casos novos de câncer de próstata estimados para o Brasil no ano de 2008 é de 49.530. Estes valores correspondem a um risco estimado de 52 casos novos a cada 100 mil homens. Em valores absolutos, o câncer de próstata é o sexto tipo de câncer mais comum no mundo e o mais prevalente em homens, representando cerca de 10% do total de câncer. As taxas de incidência deste tipo de câncer são cerca de seis vezes maiores nos países desenvolvidos comparados aos países em desenvolvimento. O câncer de próstata (órgão pequeno localizado logo abaixo da bexiga no homem) é causado por uma alteração das células que formam este órgão. O tipo mais comum de câncer é o adenocarcinoma, formado por células totalmente modificadas, que normalmente produziriam o sêmen.
TENHA CUIDADOS COM- parente com a doença; dieta muito rica em gorduras, hormônios.
PREVINA-SE- Alimentação equilibrada; Recomenda-se exame retal feito em todos os homens acima de 40 anos, anualmente, como parte do exame médico de rotina. Outro exame: Antígeno Prostático-Específico - PSA
SINTOMAS- Alteração na micção, com dor ou mesmo queimação ao urinar. Constante dor na região pélvica, nas costas ou mesmo na parte superior da coxa

CANCER DE PULMÃO
O número de casos novos de câncer de pulmão estimados para o Brasil no ano de 2008, é de 17.810 entre homens e de 9.460 nas mulheres. Estes valores correspondem a um risco estimado de 19 casos novos a cada 100 mil homens e 10 para cada 100 mil mulheres. O câncer de pulmão é o tipo mais comum de câncer no mundo. Segundo a última estimativa mundial, ocorreriam 1.200.000 casos novos no ano de 2000, sendo 52% em países desenvolvidos. O padrão da ocorrência desse tipo de neoplasia é determinado por um passado de grande exposição ao tabagismo. Em países ou regiões onde existe uma longa história de consumo de tabaco, cerca de 90% dos casos de câncer de pulmão em homens são tabaco - relacionados.
TENHA CUIDADOS COM-fumo, poluição atmosférica e no ambiente de trabalho.
PREVINA-SE- deixar de fumar é a melhor maneira de evita-lo.

CANCER DE CÓLON E RETO
O número de casos novos de câncer do colo do útero esperados para o Brasil no ano de 2008 é de 18.680, com um risco estimado de 19 casos a cada 100 mil mulheres. Sem considerar os tumores de pele não melanoma, o câncer do colo do útero é o mais incidente na região Norte (22/100.000). Nas regiões Sul (24/100.000), Centro-Oeste (19/100.000) e Nordeste (18/100.000) ocupa a segunda posição mais freqüente e no Sudeste (18/100.000) a quarta posição.
TENHA CUIDADOS COM- Ingestão aumentada de gordura saturada (proveniente da carne vermelha principalmente); Hereditariedade , Quantidade de calorias ingeridas.
PREVINA-SE - ingestão de fibras vegetais, e uma dieta rica em cálcio e potássio.

 


PARA VENCER O TUMOR:

1- Parar de fumar, comer bem.

2- Os remédios da nova geração (terapias-alvo) tentam bloquear o crescimento das células malignas dentro dessas próprias células. Essas drogas atuam no interior das células malignas. Além de crescer mais, as células cancerosas se recusam a morrer, então drogas experimentais ativam mecanismos que levam as levam ao suicídio.

3- Vacinas produzidas com células do próprio paciente (imunoterapia) fortalecem o sistema imune, cujas células de defesas são induzidas a atacar o tumor.

4- Antiogênese - algumas drogas inibem a formação de vasos sanguineos que alimentam o tumor. O objetivo é matar o tumor de fome. Outras drogas além de inibirem a formação novos vasos embaralham sinais bioquímicos dentro da célula que seriam vitais para sua sobrevivência.

5- Cirurgia - quanto mais precoce for detectado o tumor, mais simples será a cirurgia e com maior chance de cura.

6- Quimioterapia - ainda que matem juntamente as células sadias, os novos esquemas de quimioterapia são menos tóxicas.

7- Radioterapia - feixes de luz direcionados diretamente na direção do tumor.

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