DIFERENÇAS EM ORQUÍDEAS

As Cattleyas preferem bastante luz, tolerando sol direto até 10 horas da manhã e depois das 16:00. 

Pode ser cultivada na varanda, no quintal, debaixo de árvores ou dentro de casa, desde que perto de uma janela bem iluminada. 

A flor de orquídea se caracteriza por possuir três sépalas, duas pétalas e um labelo (pétala modificada) mas a natureza é pródiga em diversificação, por isto, uma grande família botânica como a Orchidaceae, com mais de 35.000 espécies, não poderia deixar de apresentar grandes diferenciações entre muitos de seus indivíduos.

 As orquídeas mais populares são dos gênero (C) Cattleya

(L) Laelia (lê-se Lélia)

(Onc.) Oncidium (uma das espécies é conhecida como Chuva de Ouro)

(Milt.) Miltonia, (Den.) Dendrobium

 V ) Vandas

 (Phal) Phalaenopsis (lê-se Falenópsis)

 (Phap) Paphiopedilum (conhecida como sapatinho).




Espécie bastante comum que floresce uma vez por ano e pode ser desenvolvida em galhos de árvores. Suas cores vão do branco ao roxo. 

Necessita de muita luminosidade mas não suporta exposição direta. Solo ideal para o cultivo deve ser absorvente composto por coxim e pedras. É de dificil propagação

 DICAS DE JARDINAGEM - ORQUÍDEAS

O QUE SÃO?

A orquídea é a única flor, no reino vegetal, que tem fundidos, os órgãos de reprodução masculino e o feminino, num único segmento floral, chamado coluna ou gynostemium. A família das orquídeas é, provavelmente, a maior família das angiospermas. Foram já descritas, até a atualidade, mais de 25000 espécies e produzidos outros tantos híbridos, por cruzamento de formas espontâneas e cultivadas.

Há orquídeas com as mais variadas dimensões, desde plantas extremamente pequenas, até plantas com mais de três metros de altura, capazes de produzir hastes florais de comprimento superior a quatro metros. Formas tão diferentes podem ser englobadas numa única família devido ao fato de possuírem uma estrutura floral idêntica. 

Numa flor típica da orquídea há sempre três sépalas (verticilo externo) e três pétalas (verticilo interno), embora algumas destas partes possam aparecer fundidas ou bastante reduzidas. Uma das pétalas, o labelo, é diferente das outras, quase sempre maior e mais vistoso; geralmente a flor cresce de tal modo que o labelo é o segmento inferior. 

Projetando-se do centro da flor, surge um órgão carnudo e claviforme, o ginostêmio ou coluna, como resultado da fusão dos órgãos masculinos (estames) e femininos (carpelos). Este conjunto caracteriza uma orquídea. A antera localiza-se no extremo da coluna e contém os grãos de pólen, agrupados em dois a oito massas, chamadas políneas. 

Imediatamente abaixo da antera fica uma pequena depressão de superfície viscosa, o estigma, ou órgão receptivo feminino, no qual as políneas são depositadas durante a polinização. Sob a coluna está o ovário, que, após a fecundação, se desenvolve e forma uma cápsula contendo sementes. Uma única cápsula de orquídea pode conter um milhão de sementes, tão finas como o pó de talco. O número de políneas encontrados numa flor de orquídea é um dos importantes meios de classificação.

HABITAT

Variam desde áreas arenosas até lodaçais e habitats aquáticos, desde as florestas sombrias das zonas temperadas até os topos das árvores das densas florestas úmidas intertropicais. Algumas espécies estão restritas a um tipo determinado de habitat, mas outras podem ser encontradas numa grande variedade de ambientes. Nas florestas tropicais, a maior parte das orquídeas cresce nos ramos mais altos das árvores, onde encontram luz e ar em abundância. Acontece até não serem visíveis do solo, mas um exame cuidadoso de uma única árvore derrubada pode revelar mais de cinqüenta espécies diferentes. 

É possível encontrar orquídeas em praticamente todas as partes do mundo, desde o Ártico até os trópicos; contudo, é nas regiões mais quentes da Terra que elas ocorrem em maior abundância, não só em número como em variedade de formas. Podem ser encontradas desde o nível do mar até mais de 4000 m, mas são mais freqüentes em altitudes entre 500 e 2000 m. De acordo com o lugar de origem, as orquídeas são classificadas como Epífitas, Terrestres ou Rupículas.

EPÍFITAS - nessa categoria se incluem a maioria das orquídeas na natureza (cerca de 90%), onde se desenvolvem sobre troncos e galhos de árvores. Apesar de vegetar nos troncos das árvores, não são parasitas, pois realizam a fotossíntese a partir de nutrientes absorvidos pelo ar e pela chuva. Portanto, ao contrário do que se pensa, não sugam a seiva da árvore.

RUPÍCULAS - se adaptaram a viver sobre encostas rochosas e pedras. São conhecidas também como litófilas.

TERRESTRES - são as que vivem como plantas comuns na terra (Ártico e das regiões temperadas). 

HÁBITOS VEGETATIVOS 

I.SIMPODIAIS(com brotação lateral) - são dotadas de um rizoma (caule), que vai se estendendo sobre o suporte, como que rastejando, produzindo raízes que ancoram a planta, na árvore ou pedra hospedeiras, e ligando os pseudobulbos (formações que funcionam como armazéns de água e nutrientes) que lança anualmente, de onde brotam as flores. 

MONOPODIAIS(com crescimento terminal em único eixo) - São orquídeas que tem um crescimento vertical, como a grande maioria das plantas. Não têm pseudo-bulbos e produz folhas aos pares.